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Após tornado, Copel religa mais de 60% dos clientes afetados e mantém força-tarefa para reconstruir rede elétrica em Maringá - Copel - Pura Energia

A mobilização rápida e coordenada da Copel após o tornado que atingiu Maringá na última segunda-feira (2) permitiu o restabelecimento do fornecimento de energia para mais de 60% dos clientes afetados pelo evento climático. Até a tarde…

Copel
Publicado em 04/11/2026 20h37
Após tornado, Copel religa mais de 60% dos clientes afetados e mantém força-tarefa para reconstruir rede elétrica em Maringá - Copel - Pura Energia
Foto: Copel

A mobilização rápida e coordenada da Copel após o tornado que atingiu Maringá na última segunda-feira (2) permitiu o restabelecimento do fornecimento de energia para mais de 60% dos clientes afetados pelo evento climático. Até a tarde desta quarta-feira (4), 56,4 mil unidades consumidoras tiveram a energia religada, o equivalente a 64% do total impactado pelo fenômeno.

O trabalho de reconstrução segue em ritmo intenso, com 1.004 profissionais atuando em campo e nos centros de operação. A força-tarefa reúne eletricistas, técnicos, projetistas, equipes de obras e manutenção, além de profissionais de apoio vindos de diversas regiões do Paraná. O objetivo é recompor a rede elétrica o mais rapidamente possível, mantendo os padrões de segurança e qualidade do fornecimento.

Até o momento, foram registrados 302 postes quebrados em decorrência do tornado. Destes, 186 já foram substituídos e outros 35 estão em processo de reposição. As equipes permanecem mobilizadas para religar as 31,6 mil unidades consumidoras que ainda aguardam o retorno da energia.

Recomposição em andamento

Segundo o Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar), Maringá foi atingida por um tornado classificado como categoria F2 na Escala Fujita, com ventos entre 180 km/h e 250 km/h. O fenômeno percorreu aproximadamente 15 quilômetros, causando danos significativos à infraestrutura elétrica e urbana da cidade.

Para o superintendente de Operação de Campo da Copel, Luciano Bento Dantas, a rapidez na resposta foi decisiva para o avanço da recomposição. “Mobilizamos equipes de diversas regiões do Estado para chegarmos ao número de 1.004 profissionais atuando nesta quarta-feira. São eletricistas, projetistas, equipes de obras e manutenção, técnicos, auxiliares e diversas outras funções envolvidas no processo de reconstrução da rede elétrica em Maringá. Essa estrutura permitiu que o trabalho avançasse de forma rápida, organizada e segura desde os primeiros momentos após o evento”, destaca.

O gerente-executivo de Manutenção de Subestações e Linhas de Transmissão, Márcio Alexandre Ramos Pinto, destaca que apesar da intensidade do fenômeno climático, nenhum barramento das subestações de alta tensão foi desligado, evitando que os impactos sobre o fornecimento de energia fossem ainda maiores. “A manutenção dessas instalações em operação foi fundamental para acelerar o restabelecimento do sistema elétrico, permitindo que nossas equipes concentrassem os esforços na reconstrução dos trechos danificados da rede de distribuição, sempre com foco na segurança e na eficiência dos trabalhos”, conta.

Conforme o gerente-executivo de Obras e Manutenção para a região Noroeste, Hugo Lozano, ressalta que os serviços começaram logo após o evento climático severo e o contingente de equipes mais do que dobrou para acelerar o processo de recomposição do sistema elétrico em Maringá.

“O apoio de equipes de várias regiões do Paraná ampliou nossa capacidade de resposta. Esse reforço operacional permitiu ampliar a velocidade de reconstrução de cabos rompidos, a substituição de postes e a instalação de novos aparelhos e equipamentos, contribuindo para que milhares de clientes fossem religados em pouco tempo após o tornado”, informa.

Atendimento prioritário

A priorização dos atendimentos também foi um fator importante para minimizar os impactos à população. De acordo com a gerente da Base de Campo de Copel em Maringá, Graciele Maeoka, a estratégia foi direcionada para garantir o atendimento das situações mais sensíveis. “Desde o início dos trabalhos, priorizamos hospitais, pessoas que utilizam equipamentos para sobrevida, unidades básicas de saúde, condomínios verticais e outras estruturas consideradas essenciais. Essa organização permitiu atender primeiro os locais com maior necessidade e garantir mais segurança à população”, explica.

Diálogo constante

O gerente-executivo do Departamento de Operações de Campo Norte, Ricardo Carvalho, reforça que a atuação integrada com os órgãos públicos tem sido essencial para o avanço dos trabalhos. “Desde o início do evento climático, mantemos contato permanente com o Governo do Estado, a Prefeitura de Maringá, a Defesa Civil, o Corpo de Bombeiros e demais instituições envolvidas. Essa coordenação garante segurança para as equipes que atuam em campo e contribui para agilizar a recomposição do sistema elétrico. Nosso compromisso é seguir trabalhando até religar todos os clientes e assegurar um fornecimento de energia confiável e de qualidade”, ressalta.

Trabalho continua

A Copel reforça que as equipes permanecerão mobilizadas de forma ininterrupta até a completa normalização do fornecimento de energia em Maringá. A companhia também orienta a população a não se aproximar de fios caídos, postes danificados ou quaisquer estruturas da rede elétrica que apresentem sinais de avaria, comunicando imediatamente a situação pelos canais oficiais de atendimento.

Canais de atendimento da Copel

  • Telefone: 0800 51 00 116
  • Aplicativo Copel (Android e iOS)
  • Site: https://www.copel.com/site/copel-distribuicao/falta-de-luz/

Fotos: Breno Thomé Ortega

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